quinta-feira, 8 de agosto de 2013.
Não temas quando ti declararem ódio, 

temas quando ti declararem amor ...


Quando ti ameaçam você espera tudo de pior, porem 


quando declaram amor você acha que tal pessoa é 

inofensivas. 

Pior inimigo é aquele que veste a roupa de amigo.


Confie cegamente e assine sua derrota...






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Amor e Ódio...

Amar só traz ódio e tristeza...

Ódio pela decepção que senti...

Tristeza por não alcançar o amor desejado...

Por não alcançar a pessoa amada...

Ódio pelos insultos despejados...

Pela confiança abalada...

Uma mentira que se recusa a morrer...


Se recusa a desaparecer... 



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Sigma.

domingo, 4 de agosto de 2013.
Eu amo te ver assim, quieta, inerte, com essa expressão vazia, com esses olhos cor de café, antes alegres e tristes, monótonos e interessantes, agora reduzidos a simples órgãos inúteis.

Amo observar a gota carmim que desliza sobre tua face até chegar ao teu queixo, passando sobre essa pele fascinante, até que, sonoramente, cai no piso de mosaicos.

Amo ver teus óculos, tu ficavas tão linda quando usava-os em vida, eles refletiam teu caráter, tua beleza, eram um elemento que fazia parte de ti, e me encantava ver-te com eles a cada manhã.

Meu olhar se desvia do teu rosto, dos teus olhos, do teu cabelo, que bem poderia se passar por seda, por teus lábios, que ainda que não sejam mais vermelhos, conservam a suavidade do algodão que jamais foi tocado.

Agora enfoco teu corpo.

Tua figura, que parece esculpida em mármore, tua cintura desenhada, teu abdômen liso e impuro, teus ombros delicados e tuas costas perfeitas, sempre me perguntei por que nunca te deste conta do corpo perfeito que tinhas?

Tuas pernas magrinhas, teus pés pequenos e delicados, teus joelhos levemente marcados com algumas finas cicatrizes, certamente oriundas de alguma brincadeira quando eras menor, realmente, agora me dou conta de que eras uma estátua viva.

Nem Persefoné, rainha do submundo, nem Isis, deusa suprema do Egito, nem nenhuma figura antes esculpida se pode comparar à ti, tu és a beleza encarnada, tu és a poesia em movimento.

Ainda que agora estejas aí, quieta, em uma enorme poça de sangue, sigo pensando que és, foi e serás, a mais bela que conheci.

Como pôde me forçar a isto?

Como pôde me forçar a te causar a dor que jurei e perjurei que jamais te causaria?

Juramentos, também os odiava, acreditava que eram falsos e perversos, e assim se mostraram, no final.

Agora, meu olhar se desvia à minha mão direita, a qual segura uma lâmina curva, prateada e fria.

A passos lentos me aproximo do teu corpo, me inclino, toco tenebrosamente teu rosto com minha mão suja de sangue, com muito cuidado, já que não poderia suportar causar-te mais dor.

Com uma nova descarga de adrenalina, seguro firmemente a lâmina com ambas mãos o a cravo em meu peito.

A pontada de dor que sinto é terrível, mas agora, e só agora, tudo ficará bem.

Com minhas últimas forças, arranco a lâmina de meu peito e a coloco junto com tua pequena mão, ao tocá-la ainda consigo expressar um fraco sorriso.

Adeus, espero que chegues ao teu paraíso, enquanto eu, eu desaparecerei no nada.
Tu não deverias ter contado aos outros, pequena, de quando te toquei. Ser teu professor foi a melhor coisa que me aconteceu nesta vida, e tocar teu corpo macio, foi a sensação que me fez desistir da vida, se não fosse para viver eternamente ao teu lado.

Minha querida, eu te amo.





 Psicopata Anônimo 


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† O macaco de pelúcia:



Ela caminhava pela calçada alegremente, estava voltando da escola, o dia estava bonito, os pássaros cantavam, o vento soprava. Ela via os meninos jogando uma pelada no meio da rua, tudo como de costume. De repente, a bola caiu numa casa ao lado, parecia abandonada. Ela observava enquanto um dos meninos ia buscar a bola, ele saíra correndo, fora expulsado por uma velha ranzinza, todos correram, ela amedrontara à todos com seus cabelos brancos/grisalhos descuidados, ruins, destruídos, suas roupas não eram diferentes, dava pra ver do outro lado da rua, uma saia grande e rasgada nas pontas, uma blusa encardida e um charpe que cobria seus ombros. Segurando um pedaço de madeira, ela gritava e resmungava alguns dizeres, indizíveis. Olhava agora para a menina, o seu olhar lhe arrepiou, instintivamente ela correu com medo. A tarde passou e já em casa, a menina já se tranquilizara. O relógio batia 5 horas quando a campanhia tocou, ela correra pra atender, mas ao abrir a porta só o que viu foi o ranger de uma porta velha se fechando do outro lado da rua. Olhou para baixo e viu uma caixa com um cartão e um bonito laço, era um pedido de desculpas da humilde senhora do outro lado da rua, na caixa havia um bichinho de pelúcia, um lindo macaco peludo, com um leve sorriso, a menina agradecera em voz baixa àquela estranha mulher. Chegara a hora de dormir e a menina pusera o macaco na sua estante, servia de ótimo enfeite, junto com seus outro bixinhos. A luz se apagou, as horas se passaram, até que... a menina ouviu um leve sussurro, acordou desorientada, ligou a luz, não deu importância, não havia de ser nada. Tornou a desligar a luz e tentou dormir, quando ela ouviu de novo o sussurro e depois um grito, dessa vez mais alto, ligou a luz novamente - assustada - e viu que o macaco estava no chão, caído com uma faca do lado, ELA SE APAVOROU, SENTARA NA CAMA, TENTOU GRITAR, MAS AS PALAVRAS SUMIRAM DE SUA BOCA, NO SUSTO, ELA SE BATEU NO INTERRUPTOR QUE FICAVA AO LADO DA SUA CAMA, SEM LUZ, ELA SENTIU UMA DOR TERRÍVEL, O QUE A FEZ TOCAR NOVAMENTE NO INTERRUPTOR. GRITARA, GRITARA E MUITO. SUSTO, SANGUE E DOR. ELA OLHOU PARA O PRÓPRIO PÉ E VIU QUE SEU DEDÃO HAVIA SIDO DECEPADO, SEGUROU O PÉ COM AS DUAS MÃOS, CAIU NO CHÃO GRITANDO DE DOR, OLHOU AO REDOR, NÃO HAVIA MACACO ALGUM, apenas uma faca, sangue e um pedaço de dedo...



 Psicopata Anônimo 


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Tic-Tac


Minha família não é muito rica. Meu pai perdeu o emprego recentemente, e a minha mãe estava trabalhando em turno dobrado para nos manter. As vezes, minha mãe brincava, falando o quanto seria mais fácil se eu nunca tivesse nascido. Eu nasci com um caso muito grave de asma. Estou melhor agora, mas ainda tomo as medicações. As vezes, quando podemos, compramos doces e balas de menta com o salário extra. Outro dia, fui ao supermercado e peguei vários sabores de Tic-Tacs. Tirei um cochilo durante a longa viagem de carro para casa.

Quando acordei, o meu pai já estava quase acabando de levar as compras para dentro e empilhando nas prateleiras do armário. Na prateleira de baixo, guardávamos os Tic-Tacs e nossos remédios para asma. (Minha mãe também tinha asma) Na prateleira do meio guardávamos todos os nossos copos, garrafas e os meus velhos copinhos infantis. A prateleira de cima ficava fazia, exceto por algumas aranhas e talvez ratos. Assim que o meu pai acabou de encher as prateleiras, peguei um frasco de Tic-Tac, e como sempre, derrubei dez ou onze em minha boca. Foi totalmente indolor, em minha afobação nem mesmo pude perceber o lacre rompido do primeiro frasco que eu peguei e nem a leve diferença no sabor de menta. De qualquer forma, eles não esperavam que eu sobrevivesse depois de ter tomado todas aquelas pílulas contra asma.


#psicopataanonimo


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Droga Forte

'' O verdadeiro Amor como qualquer outra droga forte que cause dependência, não tem graça. Assim que a fase do encontro e descoberta se encerra, os beijos se tornam surrados e as carícias cansativas... exceto, é claro, para aqueles que compartilham os beijos, que dão e recebem as carícias enquanto cada som e cada cor do mundo parecem se aprofundar e brilhar em volta deles.
Como acontece com qualquer outra droga forte, o primeiro amor verdadeiro só é realmente interessante para aqueles que se tornam seus prisioneiros. E como acontece com qualquer outra droga forte que cause dependência, o primeiro amor verdadeiro é perigoso. Os que estão sob o domínio de uma droga forte - heroína, erva-do-diabo, verdadeiro amor - frequentemente se veem tentando manter um precário equilíbrio entre discrição e êxtase, enquanto avançam na corda bamba de suas vidas. Manter o equilíbrio numa corda bamba é difícil até mesmo no estado mais sóbrio; fazer isso num estado de delírio é praticamente impossível. A longo prazo, é completamente impossível ''



#psicopataanonimo

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Pesadelo



Meu maior pesadelo ocorreu quando ainda era um adolescente. Eu estava dentro de um hotel, e nele, era um detetive forense.

Cercado por um grupo de policiais, eu fui levado a um quarto de hotel em um andar muito alto. Ao chegar à porta, de número 167, fui colocado lá dentro. Um dos policiais fechou a porta atrás de mim e começou a desesperadamente bloquea-la fora, gritando pela porta e explicando que esta foi uma "simples precaução tomada a fim de evitar que o assassino tentasse voltar à cena do crime para acabar com as provas".

Eu (desconfiado com toda aquela situação, mas focado em meu trabalho), acabei não questionando esta "simples precaução", e fui direto para uma sala de estar. Sentado no sofá, havia um corpo. Um homem que parecia ter uns 30 anos estava morto, sentado com sua cabeça pendurada para trás sobre a almofada do sofá. Perturbadoramente o suficiente, um buraco muito grande atravessava todo seu estômago, assim como o sofá também. Fui até a parte de trás do sofá; entranhas, órgãos desmembrados e espumas ensanguentadas jogadas no carpete. Era muito fácil conseguir enxergar completamente através do buraco no sofá e do estômago do homem. Diante daquilo, eu mantive minha compostura, fiz algumas anotações e decidi seguir em frente.

Caminhei lentamente por uma pequena cozinha até chegar ao banheiro, e sua porta estava aberta. Deitado dentro da banheira, estava o cadáver de outro homem, muito mais velho e massacrado do que o primeiro. Seu corpo estava rasgado da área genital até sua garganta, e a água da banheira estava com coloração vermelho-escuro (graças a quantidade de sangue que escorreu de dentro dele). Fiz mais algumas anotações, e já estava prestes a me virar e sair, quando de repente, ouvi um barulho estranho, como se fosse um pé pisando em uma poça molhada. Desesperado, olhei em volta mais uma vez, quando notei uma mão segurando a base do vaso sanitário. Andei em direção a ela até que vi, lá no canto do banheiro, agachado no espaço entre o vaso sanitário e a parede, um homem, com suas mãos sangrando.

Ele correu pra fora do banheiro e bateu a porta ao sim, prendendo-a com uma cadeira. Fiquei parado, sem reação, ouvindo suas ações do outro lado da porta; objetos sendo arrastados freneticamente, respiração pesada e de repente.... silêncio. Aproveitando a oportunidade, dei um chute na porta e olhei em volta. Nada havia mudado, nenhum sinal de que aquele homem havia passado por aquele lugar. Havia, no entanto, um novo corpo deitado no chão da cozinha. Uma mulher, estranhamente famíliar, estava sem roupas e jogada de bruços no chão. Havia marcas de corte profundo passando por todo seu corpo; pernas, braços, barriga, seios, garganta e no rosto também. Seus olhos foram removidos, mas todo o corpo estava estranhamente limpo. Sem sangue, sem sinais de mutilação, além dos cortes profundos e de seus olhos perdidos.

Antes que eu começasse a estudar o corpo, de repente, duas pálpebras se abriram, afundadas profundamente nos recessos dos buracos dos olhos da moça. Dentro de sua boca aberta e escancarada, outra boca se abriu e sorriu. Seus dedos tremiam ligeiramente. Agora, tudo fazia sentido; aquele homem havia assassinado a mulher, dissecado seu corpo e estava usando sua pele como uma espécie de terno. E aquele rosto familiar... Quando me dei conta, cai pra trás na mesma hora. “MÃE?!”. O homem se levantou lentamente, olhou pra mim com aquele sorriso horrível estampado em seu rosto, e gritou: "Não estou bonita, filho?!".


#psicopataanonimo


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Inocência amaldiçoada



Corinne era uma garota de 15 anos de idade, que além de ser uma ótima aluna, possuía uma grande afeição por crianças. Ela era conhecida em sua cidade por ser uma das melhores babás e de total confiança. Sempre era contratada por famílias ricas, que quando saíam para jantares, reuniões ou festas, entregavam sua casa e filhos nas mãos dela, que não deixava a desejar: fazia um trabalho excelente e era adorada por pais e pelas crianças. Assim era com Erik, o bebê de 2 anos de uma das famílias ricas com que trabalhava. Já fazia alguns meses que ela havia se tornado a babá dele, e seu trabalho era muito elogiado.

Corinne chegou como de costume: 10 minutos antes da hora combinada. Deixava tudo pronto para poder passar a noite com o pequeno, enquanto seus pais não voltavam. Geralmente, Erik assistia televisão, brincava com seus cubos coloridos, tomava um pouco de leite e dormia, tudo isso antes das 21h, o que deixava o resto da noite livre para Corinne.

Mas esta noite seria muito diferente.

Eram 19h quando seus pais saíram, e iriam voltar às 22h. Corinne fechou a porta e as cortinas da entrada, ao dar a volta, ficou em silêncio. Erik, que deveria estar dentro de seu quintal de brincar, não estava. A noite seria longa se o pequeno estivesse com vontade de aprontar.

Demorou alguns minutos até encontra-lo, algo estranho estava acontecendo, disso estava segura. Erik estava mais inquieto do que o normal, chorava por qualquer coisa e estava irritado. Eram quase 21h e Corinne não conseguia acalmar o menino. Ela resolveu esquentar um pouco de leite, pois leite morno costumava dar sono nele. Após mamar, o pequeno subiu para o quarto, no colo da babá. Ela ligou o abajur, que refletia figuras nas paredes. Para ela, era um pouco assustador o modo como o quarto ficava com aquelas figuras refletidas nas paredes, nos brinquedos e até sobre ela, que estava sentada numa poltrona, balançando e ninando Erik.

Ao ver que o menino dormiu, saiu do quarto em total silêncio. Quando colocou o pé no primeiro degrau da escada que levava à sala principal, escutou um grito do pequeno, e, assustada, regressou rapidamente ao quarto.

Abriu a porta... Erik estava sentado na cama, olhando para a porta, ou era isso que parecia. Seus olhos estavam completamente negros, seu rosto havia se deformado e seus gritos se tornavam cada vez mais fortes e altos. Corinne não sabia se deveria se aproximar ou não, mas já seria tarde, Erik se aproximou mais rápido.

Esta noite, os pais do menino encontraram a porta principal aberta. Revistaram a casa inteira, mas não encontraram nada fora do comum.

Em seu quarto, dormia tranquilamente Erik, como se nada tivesse acontecido. Suspirava enquanto dormia, como fazia todas as noites e encantava seus pais.

De Corinne, nada mais se soube.


#pisicopataanonimo


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Eu estou aqui



Alguma vez você já sentiu uma sensação de estar sendo observada? Pois bem, sou eu. Você não deve acreditar agora, mas se eu te dissesse que por essas horas e horas que você está sentado em frente a essa tela, eu te observava? Enquanto você dormia, eu te admirava? Mas que motivos você teria para acreditar? isso é apenas uma história, não é? Você já está grandinha para ter medo do que existe embaixo de sua cama. Você não precisa ter medo, afinal, você já olhou, e não tinha nada lá. Será que não? Será que o que seus pais te contavam antes de ir dormir, era tudo mentira?

Não adianta olhar aos redores, você não vai me encontrar, mas será que por isso eu não existo? porque você não me enxerga? eu estou aqui, agora. Saia do computador, você já está a horas sentado em frente a essa tela, talvez assim você consiga fugir de mim, eu estou mais perto do que você imagina. Não vai adiantar me procurar, eu já disse, então não vale a pena o esforço de olhar aos redores do seu quarto, eu não vou estar embaixo da sua cama, mas sempre estarei por perto, você é uma obra de arte, em breve fará parte de minha coleção, será minha preferida.

Há anos que lhe observo, só agora, que você sabe de minha existência, poderei te ter aqui comigo, poderá me ver, assim como te vejo. Saia um pouco de casa, aproveite o tempo que te sobra. Não e lá essas horas todas, mas aproveite enquanto eu não realizo minha ação. Não vá a policia ou ate mesmo conte isso para alguém. Tome cuidado por onde anda. Eu sempre estou lhe observando.


#pisicopataanonimo


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— As Vantagens de Ser Invisível

Só preciso saber que exite alguém que ouve e entende, e 

não tenta dormir com as pessoas, mesmo que tenha 

oportunidade. Preciso saber que essas pessoas existem.




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